quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Celular em Sala de Aula

Celulares podem se tornar grandes aliados na educação do século XXI

Tecnologias Móveis em Sala de Aula


PROFESSOR 3.0

A adoção de TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS traz muitos benefícios para nossa atividade docente, alem de proporcionar uma enorme VALORIZAÇÃO AO EDUCADOR que ama o que faz.

Sala de Aula Invertida - Todos Ganham

As Tecnologias Educacionais permitem uma grande evolução frente ao modelo que conhecemos hoje como padrão. Todos ganham com a Inovação Tecnológica e vislumbramos uma escola melhor em 2018.

Relatório da CPI da Previdência


Relatório da CPI da Previdência

Relatório de CPI do Senado diz que Previdência Social não tem déficit

  • 23/10/2017 12h10
  • Brasília
Karine Melo – Repórter da Agência Brasil
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência, senador Hélio José  (PROS-DF), apresentou nesta segunda-feira (23) o relatório final dos trabalhos ao colegiado, com a conclusão de que a Previdência Social não é deficitária, mas, sim, alvo de má gestão.
Segundo o senador, "está havendo manipulação de dados por parte do governo para que seja aprovada a reforma da Previdência". Ele acrescentou que "quando o assunto é Previdência, há uma série de cálculos forçados e irreais".
Em 253 páginas, o relatório destaca que o "maior e mais grave problema da Previdência Social vem da vulnerabilidade e da fragilidade das fontes de custeio do sistema de seguridade social". No documento, o relator destaca que, "antes de falar em déficit, é preciso corrigir distorções".
Outro trecho do documento ressalta que "a lei, ao invés de premiar o bom contribuinte, premia a sonegação e até a apropriação indébita, com programas de parcelamento de dívidas (Refis), que qualquer cidadão endividado desse país gostaria de poder acessar.
Proposta
Ao contrário da maioria das CPIs, que, segundo Hélio José, ao final costumam pedir o indiciamento de pessoas, desta vez, o relatório é apenas propositivo. Nesse sentido, sugere dois projetos de lei (PLS) e três propostas de emenda constitucional (PECs). Uma delas proíbe a aplicação da Desvinculação de Receitas da União às receitas da seguridade social.
Votação
Após um pedido de vista coletiva - mais tempo para analisar o parecer – o relatório precisa ser votado até o dia 6 de novembro, quando termina o prazo de funcionamento da comissão. Antes da votação final os membros da CPI podem sugerir mudanças no documento.
Histórico
Instalada no fim de abril , em pouco mais de seis meses, a CPI realizou 26 audiências públicas e ouviu mais de 140 pessoas entre representantes de órgãos governamentais, sindicatos, associações, empresas, além de membros do Ministério Público e da Justiça do Trabalho, deputados, auditores, especialistas e professores. A comissão é presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), e é formada por seis senadores titulares e cinco suplentes.
Agência Brasil procurou a Secretaria de da Previdência, que até o momento não se manifestou sobre o relatório da CPI.
Edição: Maria Claudia

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Uso de Tecnologias em Sala de Aula


Parábola da demissão da formiga desmotivada

fonte: http://www.pensarcontemporaneo.com/voce-conhece-parabola-da-demissao-da-formiga-desmotivada/

Você conhece a parábola da demissão da formiga desmotivada?


“Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial…
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.”
Autor desconhecido

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Folga off-line garantida?

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2017/09/10/tf_carreira_interna,624717/folga-off-line-garantida.shtml


DIREITO TRABALHISTA »

Folga off-line garantida?

À medida que a tecnologia se embrenha por todas as áreas da vida, torna-se mais comum ser acionado por chefes e colegas por redes sociais, e-mails ou ligações fora do horário de expediente. O Brasil não tem legislação específica sobre o assunto, mas, se a pressão on-line for rotineira, pode prejudicar a saúde mental do trabalhador e configurar hora extra

 
    

 postado em 10/09/2017 12:06
Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press
 
Na França, nova legislação garante aos trabalhadores direito à desconexão, ou seja: os colaboradores ficam desobrigados, oficialmente, de responder a solicitações fora do horário de serviço por meio de celular, e-mail, redes sociais ou telefone. A lei francesa, de janeiro deste ano, reflete o avanço do uso da tecnologia e, na visão de especialistas, é importante para resguardar a saúde e o descanso do trabalhador. 

No Brasil, não existe norma específica sobre o assunto e o tema vem gerando polêmica já que, se puder provar que foi demandado com frequência fora do horário do expediente, inclusive durante o intervalo, o profissional pode conseguir, na Justiça, determinação para receber hora extra por isso. Viviane Castro Neves, sócia gestora da Advocacia Castro Neves Dal, cita como exemplo um trabalhador que colocou, junto ao processo judicial, mensagens de WhatsApp que mostravam que, enquanto almoçava, era chamado várias vezes.

Mestra em direito do trabalho, ela garante que, mesmo sem norma jurídica sobre isso, o trabalhador brasileiro não está desamparado. “Não há legislação sobre o direito de se desconectar. O que temos assegurado nacionalmente é o período de descanso. Nossa legislação é muito taxativa com relação ao horário de ofício e é do interesse do empregador cumprir para evitar um passivo trabalhista”, afirma. 

Segundo a professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) Mônica Sette Lopes, “a garantia do repouso existe e tudo depende da situação”. Tanto Viviane quanto Mônica ponderam que conversas e cobranças por meios virtuais fazem parte do mundo moderno, então só constituem erro dependendo da frequência. “O problema é se o trabalhador for acionado com volume rotineiro, estando sempre de sobreaviso”, explica a desembargadora.

“Se ocorrer eventualmente, não é uma simples conexão que quebrará regras”, completa. A Justiça do Trabalho entende que o fato de a pessoa portar um celular funcional, por exemplo, não é, por si só, suficiente para configurar sobreaviso. É necessário que a expectativa de ser chamado se torne concreta na habitualidade da relação entre as partes. 

Há chefes que deixam a equipe em situação desconfortável ao acionar o profissional fora do trabalho, já que é difícil para o empregado ignorar. Para a desembargadora Mônica Sette Lopes, um problema é que os trabalhadores não conseguem se impor diante dessas situações. “Poder dizer não, ele pode. A questão é saber se, num período de desemprego exacerbado, ele dirá”, pondera.

Hora de (se) desligar

Mônica Ramos, diretora de Operações da regional da consultoria de RH Lee Hecht Harrison (LHH), defende que a desconexão se faz necessária para ter funcionários felizes e psicologicamente saudáveis. No entanto, o uso dos novos meios de comunicação tem tornado isso cada vez mais difícil — tanto por casos de pressão da chefia quanto pela ânsia dos subordinados de estarem conectados. “Muita gente acaba tirando férias e acompanhando tudo por e-mail”, exemplifica. Pós-graduação em administração com ênfase em recursos humanos, ela dá a seguinte dica: deixar sempre alguém a par das suas atividades para poder ser o ponto focal na sua ausência. “As pessoas não são insubstituíveis e precisamos lembrar isso para sair com tranquilidade.”

Crises de choro, resfriado constante, dores de cabeça e problemas psicológicos podem advir de um trabalho excessivo — que pode se dar tanto fisicamente quanto a distância, por meio de cobranças fora do horário de trabalho. Sair de um quadro de tensão se torna mais difícil quando o indivíduo é sempre bombardeado por mensagens relacionadas ao trabalho. Professora de psicologia no Centro Universitário Estácio, Helen Lima cita a síndrome de burnout como uma das consequências mais graves. “Trata-se de uma alteração da condição emocional, a pessoa pode desenvolver uma série de sintomas que podem ser físicos ou emocionais”, observa a doutoranda em educação. Grupos de apoio em psicoterapia e até o próprio setor de RH da empresa podem ser bons lugares para procurar ajuda.

Hevane Virgínia, 26 anos, enfermeira e especialista em oncologia, sofreu com o estresse e a ansiedade quanto manteve dois empregos, um diurno e um noturno, na rede de saúde particular. “Entre enfermeiros, isso é comum. Eu trabalhava 80 horas semanais e estava em estado de esgotamento”, conta. 

Após conseguir a primeira promoção, continuou com uma rotina agitada, agravada pelas demandas on-line. “A enfermagem é assim: você está sempre ligado, dentro de grupos do WhatsApp, com diversas mensagens. Quando consegui uma colocação de chefia, passei a ter descanso no período da noite, mas tinha dificuldade de tirar o horário do almoço. Devido ao meu cargo, diziam que eu deveria estar sempre disponível”, lembra. 

Com tanta pressão, ela adoeceu, precisou se ausentar durante uma semana e foi destituída do cargo. Hevane decidiu deixar o local depois disso e estudou até passar no processo seletivo de residência em saúde mental da Secretaria de Saúde, em que atua hoje, sem deixar de lado o autocuidado.

Saiba mais
 
Cláudio Cunha
Meio-termo
Para Channa Sanches Vasco, master coach de carreira, com um celular em mãos, “estamos diretamente conectados a toda nossa rede social, incluindo familiares, amigos e colegas de trabalho. No mundo corporativo, isso permite que tanto amigos e familiares nos procurem no horário de trabalho quanto superiores e colegas nos enviem mensagens fora do expediente. E há vários relatos de abusos por todos os lados, por parte do empregador e do empregado”. Como lidar com isso? Na visão de Channa, proibir o uso de redes sociais durante o trabalho não é uma atitude recomendável. 

Da mesma forma, não responder às mensagens profissionais fora do horário do expediente muitas vezes se torna impraticável. Qual é a saída? “Além de buscar um meio-termo, é preciso tato para negociar em tais situações.” A coach ensina uma técnica para dizer “não” a pedidos inconvenientes naquele momento, sejam profissionais ou não. “Basta explicar que você está fazendo algo importante e que depois de determinado tempo poderá atender à demanda de quem solicita. Quanto mais detalhado melhor”, diz. “Mas é importante que o prazo de tempo pedido seja realista, senão a pessoa vai ficar insistindo ou, pior, achar que há desinteresse da sua parte”, conclui.
 
 
 
*Estagiário sob a supervisão de Ana Paula Lisboa 

8 dicas para usar o WhatsApp no ambiente de trabalho

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/8-dicas-para-usar-o-whatsapp-no-ambiente-de-trabalho/#

8 dicas para usar o WhatsApp no ambiente de trabalho

Com a ajuda de um especialista em produtividade, INFO listou 8 dicas para quem usa o app de mensagens no escritório



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